Sexta-feira, 18 de Julho de 2008

Para vos entreter

Nem as mulheres são tão complicadas nem os homens tão simples

Mulheres ao volante



Perigo constante? Obviamente que não! Essa expressão não passa de mais uma defesa triste e patética dos homens. Mais um sinal desse machismo em decadência e extinção (felizmente). Toda a gente sabe que os mais graves acidentes se deveram à estupidez masculina, a esse complexo de inferioridade que os leva a olhar a estrada como uma pista de corridas, sem qualquer respeito pelos outros e principalmente, por eles próprios. Quantas vezes ouviram falar de mulheres a conduzir em contramão na auto-estrada? Ah, pois é! Temos pena! Quem perdeu, muito recentemente, o controlo dos autocarros que atropelaram pessoas e abalroaram carros? Mais uma vez... Temos pena! Qual era o sexo do taxista que atropelou crianças na passadeira, há alguns meses? T-E-M-O-S-P-E-N-A!


Podia ficar por aqui, mas não quero ser injusta. Sim, nós, mulheres, também falhamos. Falhamos porque, inegavelmente, temos uma constituição física mais pequena que a dos homens (daí o nível de inteligência superior, claro) e somos obrigadas a conduzir carros nem sempre os mais indicados para nós. E porquê? Porque o egoísmo masculino apenas os leva a produzir máquinas grandes e ajustadas ao corpo deles, uma vez que entendem que o tamanho é tudo. Tadinhos. Continuem assim que vão longe.


Quem me conhece, sabe que já me acidentei 3 vezes. Sim, eu admito. Tive 3 acidentes, dos quais, devo salientar, não resultaram feridos (no entanto, se fosse gajo, além do carro, rolavam cabeças). E de quem foi a culpa? Minha não foi! Da primeira vez acidentei-me á conta de um paspalho de pêndulo murcho que arrancou sem sequer olhar se vinha alguém. Da segunda, foi devido a um conjunto de paspalhos que estavam a fazer obras na estrada e deixaram-na cheia de objectos cortantes que me furaram o pneu e da terceira, deveu-se a um paspalho que vinha no meio da estrada... numa curva!!!


Por isso, não me venham dizer que as mulheres não sabem conduzir. Mesmo quando falham os estragos não passam de uns riscos.


Quinta-feira, 17 de Julho de 2008

Definição de casamento

Quarta-feira, 16 de Julho de 2008

Caiu a bomba II

Terça-feira, 15 de Julho de 2008

A mentira nos encontros online

Há tempos em conversa com um leitor assíduo deste espaço, falávamos dos encontros online, dos chat, dos perfis, etc. É certo e sabido que toda a gente mente quando constrói o seu perfil. Ninguém vai dar a entender que é um falhado. Acredito que a maioria mostra no perfil o que gostaria de ser e não o que é. Uma vez , por experiência, coloquei um perfil inteiramente verdadeiro sobre mim, excepto a morada, claro. Não recebi nenhuma mensagem. Não creio que desse uma imagem de desesperada ou falhada, mas como disse exactamente o que era e o que queria afugentei os candidatos. O meu leitor, ao que sei divorciado e com filhos, perguntava-me se seria muito mau não dar essa informação. Ou, pelo menos, não mencionar as crias. Obviamente, que lhe disse que estava errado. E depois? Como se avisa que afinal não é assim nem assado? "Ah e tal... sabes, eu tenho 2 filhos. E já agora, sou divorciado. E em vez de 30 anos tenho 37." Acho que isso não cai bem. Mas, a verdade, é que se lá colocar "divorciado, 37 anos, 2 filhos", em vez de mulheres entre os 25 e os 35 anos, solteiras ou igualmente divorciadas, só vai levar com senhoras dos seus 40 anos, com mais 2 ou 3 filhos e que se fazem passar por trintinhas livres e descomprometidas.


Mas, começo a pensar se, pior que a mentira contada, não será descobrir que nos mentiram? É que há uma diferença entre alguém dizer "Afinal não sou bancário, sou banqueiro" e dizer "Não sou banqueiro, sou bancário". Seja qual for a mentira, a dúvida que se vai levantar será sempre esta: quem me engana uma vez, porque não enganará segunda ou terceira?